quinta-feira, abril 30, 2009

[Segurança na NET] A todos os pais, adolescentes e demais.


É sobre isto que tenho andado a escrever todas as semanas ...
A segurança na internet é de facto importante e preocupante, dado que as nossas crianças e jovens, não "ligam" nenhuma a estas coisas ...
É o celebre pensamento: a mim nunca me acontece isso !
Divulguem o mais que puderem.








[SEGURANÇA NA INTERNET] A todos os pais, adolescentes e demais

Após deixar os livros no sofá ela decidiu lanchar e entrar online.
Assim, ligou-se com o seu nome de código (nick):* **Docinho14.*
Procurou na sua lista de amigos e viu que* **Meteoro123* estava ligado.
Enviou-lhe uma mensagem instantânea:
*Doçinho14*: Oix. Que sorte estares aí! Pensei que alguém me seguia na Rua hoje. Foi mesmo esquisito!
*Meteoro123:* Lol. Vês muita TV. Por que razão alguém te seguiria? Não moras num local seguro da cidade?
*Docinho14*; Com certeza. Lol. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando me virei.
*Meteoro123:* A menos que tenhas dado o teu nome online. Não fizeste isso, pois não?
*Docinho14*: Claro que não. Não sou idiota, já sabes.
*Meteoro123:* Jogaste vólei depois das aulas, hoje?
*Docinho14*: Sim e ganhamos!
*Meteoro123:* Óptimo! Contra quem?
*Docinho14*: Contra as Vespas do Colégio da Sagrada Família. LOL. Os uniformes Delas são um nojo! Pareciam abelhas. LOL
*Meteoro123:* Como se chama a tua equipa?
*Docinho14*: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes. São impecáveis.
*Meteoro123:* Jogas ao ataque?
*Docinho14*: Não, jogo à defesa. Olha: tenho que ir. Tenho que fazer os TPC antes que cheguem os meus pais. Xau!
*Meteoro123:* Falamos mais tarde. Xau.
Entretanto,* **Meteoro123* foi à lista de contactos e começou a pesquisar sobre o* **Perfil dela.*
Quando apareceu, copiou-o e imprimiu-o.
Pegou na caneta e* **anotou o que sabia de Docinho* até agora.
Seu nome:* **Susana* aniversário: Janeiro 3, 1993. Idade.: 13. Cidade onde vive: Porto.
*Passatempos*: vólei, inglês, natação e passear pelas lojas.
Além desta informação sabia que vivia no centro da cidade porque lho tinha contado recentemente.
*Sabia que** **estava sozinha até às 6.30 todas as tardes* até que os pais voltassem do trabalho.
*Sabia que* jogava vólei às quintas-feiras de tarde com a equipa do colégio, os Gatos de Botas. O seu número favorito, o 4, estava estampado na sua camisola.
*Sabia que* estava no oitavo ano no colégio da Imaculada Conceição. Ela tinha contado tudo em conversas online.
Agora tinha informação suficiente para encontrá-la.* **Susana* não contou aos pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que ralhassem com ela e a impedissem de voltar dos jogos de vólei a pé.
Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única. Talvez se tivesse irmãos, os seus pais não tivessem sido tão super protectores.
Na quinta-feira,* **Susana já se tinha esquecido* que alguém a seguira.
O seu jogo decorria quando,* **de repente, sentiu que alguém a observava.* Então lembrou-se. Olhou e viu um homem que a observava de perto. Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando o viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente desapareceu o medo que sentira.
Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador. Ela apercebeu-se do seu sorriso mais uma vez quando passou ao lado. Ele acenou com a cabeça e ela devolveu-lhe o sorriso. Ele confirmou o seu nome nas costas da camisola.* **Sabia que a tinha encontrado.*
Silenciosamente, caminhou a uma certa distância* **atrás dela.* Eram só uns quarteirões até casa dela. Quando viu onde morava voltou ao parque e entrou no carro. Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de* **ir à Casa da menina.* Foi a um café e sentou-se.
Mais tarde, essa noite,* **Susana* ouviu vozes na sala. 'Susana, vem cá!', chamou o seu pai.
Parecia perturbado e ela não imaginava porquê.
Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. 'Senta-te aí', disse-lhe o pai, '
*este senhor* acaba de nos contar uma história muito Interessante sobre ti'.* **Susana* sentou-se.
Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa?* **Nunca o tinha visto* senão nesse mesmo dia!
'Sabes quem sou eu?'* **perguntou o homem.*
*'Não',* respondeu Susana.
'Sou polícia e teu amigo do Messenger* **- Meteoro123'.*
*Susana ficou pasmada.*
'É impossível!* **Meteoro123* é um rapaz da minha idade! Tem 14 e mora em Braga!'.
*O homem** **sorriu.* 'Sei que te disse tudo isso, mas não era verdade.
Repara, Susana, há gente na Internet que se faz passar por miudos; eu era um deles. Mas enquanto alguns o fazem para molestar crianças e jovens, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores.
Vim para te ensinar que é muito perigoso falar online.
Contaste-me o suficiente sobre ti para eu te achar facilmente.
Deste-me o nome da tua escola, da tua equipa e a posição em que jogas. O número e o teu nome na camisola fizeram com que te encontrasse facilmente.
*Susana gelou*. 'Quer dizer que não mora em Braga?'.
*Ele* riu-se: 'Não, moro no Porto. Sentiste-te segura achando que morava longe, não é?' 'Tenho um amigo cuja filha não teve tanta sorte: foi assassinada enquanto estava sozinha em casa.
*Ensinam-se as crianças e jovens a não dizer a ninguém quando estão sozinhos, porém contam isso a toda a gente pela internet.*
*As pessoas maldosas enganam e fazem-se passar por outras para tirar informação de aqui e de lá online.*
*Antes de dares por isso, já lhes contaste o suficiente para que te possam achar sem que te apercebas.*
*Espero que tenhas aprendido uma lição disto e que não o faças de novo.*
*Conta aos outros sobre isto para que também possam estar seguros'. 'Prometo que vou contar!'.*
*AGORA: Por favor, divulga isto aos teus amigos para que não forneçam informações sobre si próprias.*

*CUIDADO COM AS INFORMAÇÕES QUE PASSAS NO HI5, NO MSN OU AINDA OUTROS.* 

sexta-feira, abril 17, 2009

Laurinda Alves na linha de partida

Os jornalistas ajudaram o BE a nascer, amamentaram-no, mudaram-lhe as fraldas, disfarçaram-lhe as traquinices

Uf! Finalmente temos todos os cabeças de lista para as eleições europeias conhecidos. Custou, mas foi. E o meu coração está habitado por alegria e paz. Talvez por isso afirmo: previa pior e acho que os portugueses terão a possibilidade de escolher entre candidatos de qualidade bem acima da média - admita-se que bastante baixa... - da classe política portuguesa.
Realmente Miguel Portas, Ilda Figueiredo, Vital Moreira, Paulo Rangel, Nuno Melo e Laurinda Alves asseguram respeitabilidade, animação, combate duro, energia a rodos, boa televisão - o que não é pouco nos tempos que correm.
Laurinda Alves? Perguntará o amigo leitor, pensando talvez que acrescentei um nome feminino para cumprir a lei das quotas. Ou, pior ainda, pensando que é um lapso meu. Não, amável leitor. Laurinda Alves existe: é uma brilhante jornalista, que se revelou politicamente no combate do referendo ao aborto (do lado da penalização), que é uma pessoa decente e representa um novo partido (sabia isso ao menos, leitor desatento?) que se chama Movimento Esperança Portugal. O MEP tem como ambição situar-se numa zona entre o PS e o PSD; por isso, num lugar mais congestionado do que a famosa Praça do Marquês de Pombal, antes do túnel, que revelou um triste Frei Tomás do início do século XXI em que se transformou um catãozeco do final do século XX.
Falemos pois um pouco do MEP. Começando por registar que a comunicação social lhe não tem dado atenção rigorosamente nenhuma - o que, registado, me permite abrir a boca com surpresa. Pois então entra no mercado um novo produto para concorrer com os que já por aí andam, velhos e relhos, e nem assim merece a atenção de uma reportagem, a graça de uma entrevista, o favor de uma curta notícia?
Isto é, em minha opinião, um mau sinal e um contributo para a perpetuação do oligopólio em que se transformou o sistema político-partidário português. Na semana passada avancei que os votantes em eleições internas dos partidos correspondem mais ou menos ao número de eleitos para órgãos autárquicos e de assessores. Ajuda amiga permite-me afirmar que acertei. Tomando o PSD como exemplo, tem cerca de 30.000 eleitos e... cerca de 30.000 votantes nas eleições internas. E, a propósito, o nosso pequenino torrão à beira-mar plantado elege 70.000 autarcas de quatro em quatro anos!
Em qualquer mercado minimamente eficiente, a entrada de um novo player é saudada pelos consumidores, pois irão beneficiar de ideias novas, concorrência acrescida, menores custos e melhor serviço. Os media, que para si definiram o estatuto de "provedores da cidadania" e de "látego de infiéis", deveriam ter pegado neste novo partido e levá-lo ao colo até que pudesse estar em condições de sobreviver. Pelo menos, deveriam fazer-lhe promoção no valor equivalente ao subsídio que os seus concorrentes recebem do Estado e que para ele não existe.
Em segundo lugar a origem do MEP. Rui Marques é o seu líder. Ganhou notoriedade com o barco que foi a Timor, foi alto-comissário para os Emigrantes, começou na Rádio Renascença e está ligado à Igreja Católica. Imagino que nos quadros do novo agrupamento estejam muitas pessoas que ganharam o apetite da coisa pública no referendo sobre o aborto. De um lado e do outro, esse referendo permitiu revelar novos rostos, novas personalidades, e por acréscimo pessoas que estavam a lutar por aquilo em que acreditavam e não por uma talhada no melão da coisa pública. Eram genuínos, idealistas, vinham da sociedade civil e podiam servir para regenerar os partidos. Infelizmente, pelas razões que expliquei na passada semana, foram considerados em regra como ameaça às sinecuras, como incómodas cabeças pensantes, e os partidos - que os usaram na campanha - puseram-nos de quarentena, assobiaram para o lado, esqueceram-nos e continuaram na mesma, como a lesma. Estou convencido que por trás do MEP está assim uma vocação, uma frustração e uma convicção.
Em terceiro lugar, o posicionamento. Historicamente essa era a posição desejada pela Igreja Católica para os partidos democratas-cristãos. E ainda hoje os que sobrevivem na fidelidade ao seu ideário original por este tipo de espaço se mexem. O lugar faz sentido, na medida em que pretende associar o conservadorismo dos valores morais com o progressismo das preocupações sociais, mas fazendo isso a sério e não apenas para piscar o olho ao eleitorado de quatro em quatro anos. O espaço está congestionado, mas a fragilidade e falta de valores e de princípios dos partidos velhos, transformados que estão em máquinas de alocação de postos e postas, abre uma janela de oportunidade. Já sei, o PRD também, etc. e tal. Só que estes agora parecem-me sinceros...
Por tudo isto, estão todos na linha de partida e a corrida pode começar. Peço, pois a especial atenção para Laurinda Alves e para o MEP. Peço aos holofotes dos telejornais que lhes dêem alguma luz. Sugiro aos plumitivos que estudem e comentem o recém-nascido. Podem dizer que é lindo, ou feio, que tem boa ou má pinta, digam bem ou digam mal, mas não ajudem a criar (ou consolidar) a profecia disparatada de que em Portugal não é possível criar novos partidos. O Bloco de Esquerda aí está a demonstrar - apesar dos seus erros, da tendência catónica e do radicalismo populista inconsequente - que novas caras, novos métodos, novas estratégias e novas ideias e posicionamentos conseguem ter sucesso.
Dizia-me um grande intelectual há anos, e ele conhece-os, que os jornalistas eram (e devem continuar a ser) sobretudo do BE. Talvez por isso, ajudaram-no a nascer, amamentaram-no, mudaram-lhe as fraldas, disfarçaram as traquinices, fizeram-lhe bli, bli, bli no labiozinho e não se cansaram de nos dizer - embevecidos - que começou a falar cedo e bem.
Talvez fosse assim boa ideia fazerem o mesmo ao MEP. Seria justo. E, se calhar, também seria divertido.
José Miguel Júdice , in Jornal Público de 17.04.2009
(destaques feitos por mim)

quinta-feira, abril 16, 2009

A CADA UM, CONFORME A SUA NECESSIDADE








Era assim entre os cristãos de Jerusalém. Os bens estão ao serviço das pessoas. O gosto legítimo de ter traz consigo o desejo de partilhar. A medida da distribuição é definida pelas necessidades e não pelas possibilidades. A atenção da comunidade centra-se nas pessoas individualizadas. A angariação de bens é fruto da consciência comum, da organização solidária, da funcionalidade da rede domiciliária. O exemplo destes cristãos fica como referência para todos os tempos.

A economia da comunhão tem aqui uma das suas principais fontes de inspiração: Ter em comum para chegar a cada um. De forma adequada, sem subterfúgios de qualquer espécie. Com honestidade consciente e transparente. O lucro, também legítimo eticamente, faz parte de um todo social que privilegia a pessoa na sua integralidade.

Aquele modo de proceder manifesta que todos se reconhecem membros da mesma família humana, que todos se amem com amor de doação, que todos estão dispostos a tudo em benefício de cada um. Manifesta igualmente que ninguém pensa que a posse legítima dos bens é apenas pertença privada ou serve somente para uso pessoal, mas antes que todos se consideram depositários e administradores de bens destinados a todos.

Os cristãos de Jerusalém adoptam este estilo de vida e de organização económica pela sua fé em Jesus ressuscitado. Se Jesus está vivo – e está, sem dúvida alguma -, os bens fazem parte do projecto de Deus e têm uma única finalidade: servir a dignidade do ser humano para que possa fazer desabrochar todas as suas capacidades e satisfazer todas as legítimas aspirações.

A fé em Cristo Jesus recria, dotando-a de uma força nova, a ética económica, seja qual for o modelo predominante, e abre horizontes de superação consistente a todas as crises. A relação com os bens está revestida desta novidade. Os cristãos são coerentemente testemunhas qualificadas dessa originalidade. De contrário, fica “congelado” o alcance da ressurreição de Jesus Cristo e hipotecada a força da esperança pascal.

P. Georgino Rocha

quarta-feira, abril 15, 2009

VOTOS DE PÁSCOA FELIZ DO PROFETA ELIAS

1. Lê-se num antigo conto judaico que vivia numa aldeia uma família pobre: pai, mãe e uma filha pequena. O dinheiro não abundava, mas nunca ninguém os ouviu lamentar-se.

2. Aproximava-se entretanto a Páscoa, e a família não tinha meios para comprar as roupas novas requeridas para a festa. Na véspera da festa, a filha disse para o pai: «A Páscoa está a chegar; por que é que ainda não comprámos as roupas novas?» Retendo as lágrimas, o pai respondeu: «Não te preocupes, minha filha; o profeta Elias enviar-nos-á as roupas novas; não precisamos de as comprar». Mas a pequena, não totalmente satisfeita com a candura da promessa, adiantou: «Papá, e se eu escrevesse ao profeta Elias para lhe dizer aquilo de que precisamos?» O pai sorriu e disse: «Escreve, filha».

3. A menina pegou num lápis e numa folha de papel e escreveu: «Elias, para a Páscoa, manda-nos, por favor, um casaco para o papá, uma saia para a mamã, e uns sapatos brancos para mim». Estava para ir meter a carta no correio, quando parou e perguntou: «Papá, de que me vale pôr a carta no correio, se não sei o endereço do profeta Elias?» Respondeu o pai: «Atira-a pela janela, porque o profeta Elias irá recolhê-la onde ela cair».

4. A menina fez como o pai lhe tinha dito. E cheia de uma fé simples e ingénua, ficou à espera de ver realizado o seu pedido.

5. Passava naquela altura debaixo da janela um homem rico que, ao ver cair ao chão aquela folha de papel, a apanhou e viu o que nela estava escrito. E disse de si para consigo: «Esta noite é festa e não posso desiludir esta pobre família e, sobretudo, a fé da menina». Pôs então numa linda caixa as roupas pedidas na carta, e deixou a caixa junto da porta daquela casa, com um cartão que dizia: «Votos de Páscoa Feliz do profeta Elias».

6. É desarmante a inocência da menina desta história! No meio da pobreza e das lágrimas a custo retidas dos seus pais, ela acredita na alegria, e acaba por conseguir vestir de festa aquela casa. Na tradição bíblica e judaica, Elias é o precursor do Messias. Por isso, em cada festa da Páscoa, que os judeus celebram em família pela noite dentro, a porta da casa fica aberta para que Elias possa entrar; na mesa da Ceia há sempre um lugar a mais, destinado a Elias; nesse lugar, é colocado o respectivo talher e uma taça já cheia de vinho, à espera de Elias.

7. O Livro do Apocalipse (21,4), no seguimento de Isaías 25,8, põe Deus a «enxugar cada lágrima dos nossos olhos». A expressão é ousada, pois não fala de olhos sem lágrimas, mas de olhos cujas lágrimas são enxugadas. Atente-se na diferença: os nossos olhos podem manter-se enxutos por cínica indiferença perante o sofrimento dos outros, ou por um esforço estóico para suportar o nosso próprio sofrimento, ou porque já não há mais lágrimas para chorar. Mas uma lágrima enxugada é diferente de olhos enxutos. As lágrimas representam a nossa história de sofrimento. Dizer que as lágrimas são enxugadas significa dizer que no nosso tempo entra um tempo novo, o futuro-presente de Deus, onde o sofrimento será apagado pelas mãos carinhosas de Deus.

8. Viver a Páscoa, que é o tempo em que vamos, não significa indiferença ou estoicismo, mas, antes, enxugar carinhosamente as lágrimas que correm pelo rosto dos nossos irmãos. O tempo em que vamos é (pode ser) uma viagem para a alegria. E cada um de nós pode ser o precursor desse tempo novo. «Votos de Páscoa Feliz do profeta Elias».

António Couto

sexta-feira, abril 03, 2009

Agostinho da Silva: qual o seu legado?


Filósofo, poeta, ensaísta, teólogo, fundador de universidades. Agostinho da Silva marcou o séc. XX português e o seu espírito livre continua a contagiar todos aqueles que se cruzam com a sua obra.
“O Legado de Agostinho da Silva: quinze anos depois da sua morte” é o tema do colóquio que decorre hoje na Faculdade de Letras de Lisboa. 
Agostinho da Silva faleceu a 3 de Abril de 1994 deixando ainda muita obra por publicar e divulgar. 
(clique para lêr mais sobre o assunto)


Página no sapo dedicada ao grande HOMEM (
http://agostinhodasilva.no.sapo.pt/)