quinta-feira, junho 18, 2009

[João Paulo II] Amar não é pecado

Façam um favor a vocês mesmos e leiam este artigo fantástico, um tema bastante interessante e que irá certamente fazer correr muita tinta!
Enfim, coisas da vida ...

"Está circulando a notícia de que o papa João Paulo II, falecido em 2005, tinha uma amiga íntima com a qual se correspondia com freqüência e com a qual se encontrava com certa constância. A correspondência de Karol Wojtyla com essa mulher, cujo nome é Wanda Poltawska, teria durado 55 anos', escreve José Lisboa Moreira de Oliveira, doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma, e gestor do Centro de Reflexão sobre Ética e Antropologia da Religião (CREAR) da Universidade Católica de Brasília, em artigo que nos foi enviado e que publicamos a seguir. O autor foi assessor nacional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.
(clique para vêr o artigo completo)


terça-feira, junho 16, 2009

Jesus quer a rosa

Que bom seria que nós cristãos conseguissemos falar assim de Cristo e acima de tudo ensinarmos nas nossas catequeses, homilias, aos nossos amigos que "JESUS QUER A ROSA".
Enfim, coisas da vida ...


retirado do blog: Canto de Jo

sexta-feira, junho 05, 2009

HOME O Mundo é a nossa casa

HOME, filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.
Não percam, imagens fabulosas ...

terça-feira, junho 02, 2009

O SOPRO DE JESUS

Jesus escolhe o gesto do sopro para comunicar o Espírito Santo, o dom de Deus por excelência. Comunica-o aos discípulos, fazendo deles apóstolos, comunica-o à Igreja a fim de ultrapassar as fronteiras da sinagoga e se abrir sem medos à universalidade da missão; comunica-o a cada um de nós para que – como São Paulo – vivamos para o Senhor e para os outros e não apenas para nós mesmos.

Antes de fazer o gesto, Jesus identifica-se. Mostra as mãos onde se mantém as cicatrizes da crucifixão e apresenta o lado com as marcas da flagelação. Sou eu mesmo e não um fantasma – afirma. Vivo uma vida nova que não se parece em nada com a vida material ou virtual. Compreendei o gesto que vos faço. Acolhei e apreciai o Espírito que vos confio em nome do Pai. Deixai-vos guiar por Ele, pois fica constituído em memória permanente e viva de quanto vos transmiti e em garante fiel de quanto vos vai ser pedido para realizardes a missão que vos entrego.

O sopro de Jesus é para os discípulos o que o alento de Deus foi no alvor da criação, dando vida a todas as coisas e gerando a harmonia do universo; é para os profetas o que a brisa suave foi para Elias, atestando a presença qualificada de Deus junto de quem permanece fiel, mesmo no meio da perseguição; é para a Igreja ao longo da história o que foi para os membros da primeira comunidade cristã: agente de transformação, força de comunhão que vai integrando diferenças legítimas, linguagem de comunicação que a todos quer fazer chegar a novidade de Jesus, em favor da humanidade inteira.

Mas quantas vezes, os ruídos se infiltraram e surgiram os monólogos e as deturpações, a comunhão cedeu lugar à desunião e ao mútuo desconhecimento, a renovação foi suplantada pela manutenção e conservação das tradições, a brisa suave foi varrida pela tempestade violenta das guerras, sem conta, o alento criador foi usurpado pelas forças da morte, de todos os naipes.

O sopro de Jesus tem sempre uma importância vital para os discípulos, a Igreja enquanto comunidade instituída, a humanidade com família de irmãos. Ele é Espírito e não os espíritos, as forças ocultas e malfazejas, as correntes dinâmicas de esoterismo, os estados sentimentais e fundamentalistas.

O sopro de Jesus constitui o gesto da nossa marca e do nosso estilo. Faz-nos apelos à intervenção coerente, lúcida e realista, numa sociedade cheia de luzes e sombras.

P. GEORGINO ROCHA