Tentações!
Um vídeo bastante engraçado, onde a tentação da carne está presente ...
Reparem nas expressões faciais fantásticas destas crianças!
Simplesmente lindo!
Enfim, coisas da vida ...
(fonte: @joaolima via twitter)
Pretendo que este espaço virtual seja um ponto de encontro de pessoas que se sentem mais ou menos tocadas pela vida, e que haja respeito por todas as opiniões e acima de tudo abertura para se escrever sobre tudo, mesmo tudo.
Um vídeo bastante engraçado, onde a tentação da carne está presente ...
Reparem nas expressões faciais fantásticas destas crianças!
Simplesmente lindo!
Enfim, coisas da vida ...
(fonte: @joaolima via twitter)

Assembleia da Comissão Episcopal Europeia para os Meios de Comunicação
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 11 de Novembro de 2009 (ZENIT.org).- Os bispos europeus conversam estes dias com representantes do Facebook, YouTube, Identi.ca e Wikipedia.
O contexto é a assembleia plenária da Comissão Episcopal Europeia para os Meios de Comunicação, que acontece de 12 a 15 de Novembro no Vaticano, com o tema “Cultura de Internet e comunicação na Igreja”.
A CEEM é uma comissão especializada do Conselho de Conferências Episcopais da Europa (CCEE), que acompanha a evolução da mídia e das comunicações eclesiais, sustenta a ação das Conferências Episcopais neste campo e define, a pedido da CCEE, orientações em matéria de política midiática.
Neste encontro –informa a CCEE– participam os bispos responsáveis pelas comissões episcopais para as comunicações sociais, acompanhados por especialistas, responsáveis de imprensa e porta-vozes das conferências episcopais da Europa, num total de 100 delegados.
“Quais são as implicações da presença da internet para a missão da Igreja hoje? Onde se encontra e qual é esta nova cultura veiculada pela internet? Como se insere na rede a pastoral quotidiana de nossas dioceses e de nossas paróquias? Como a Igreja pode fazer passar a mensagem cristã na cultura atual, marcada pela interatividade?”. A questões como essas se dirige a assembleia.
Como introdução deste encontro, os bispos serão iniciados no mundo da internet e nas mudanças em curso não apenas na rede (com a passagem à web 2.0 e à “nuvem”), mas também na sociedade, e em particular entre os jovens. A necessidade de fazer sentir o efeito de interpretar as culturas midiáticas atuais na sua especificidade.
Os bispos da Europa dialogarão com quem faz a comunicação e produz a cultura hoje. Com representantes de redes sociais como Facebook, de motores de busca como Google-YouTube, de microblogging como Idêntica, e da enciclopédia social Wikipedia.
A assembleia se centrará na ideia que está na base da criação de uma empresa multimídia, e na maneira como as pessoas (em especial os jovens) utilizam estes sites. Em seguida se discutirá o desenvolvimento da empresa.
A geração web é seguramente a que é mais sensível à presença constante da internet no cotidiano. Um sociólogo ajudará os participantes a compreender melhor o tipo de relação que os jovens mantêm com a Internet.
Na internet existe outra cultura, paralela e geralmente ignorada pela Igreja, mas não pelos “aficcionados em informática”. É o mundo dos hackers. Através do testemunho de um jovem suíço e de um responsável na luta contra a criminalidade na rede, da Interpol, os participantes tentarão compreender o fenómeno.
Irá se falar também dos limites tecnológicos e jurídicos da internet, além de como se defender em caso de ataque na rede.
As informações introdutórias da assembleia destacam que os meios de comunicação convertem-se cada dia mais em um espaço social e cultural através do qual passam todas as práticas individuais e sociais. Inclusive as práticas religiosas não escapam da presença na Internet.
Os dias do evento estarão preenchidos por conferências, debates, momentos de oração e celebrações eucarísticas.
fonte: Zenit
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Fernando J. Cassola Marques
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10:15
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Temas: internet, Novas Tecnologias, Vaticano
Interessante este ponto de vista, eu sempre tive essa ideia!
escrito por
Fernando J. Cassola Marques
eram
18:04
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Temas: dependência, estudo, internet
Mais uma vez, trago aqui para este espaço, uma fantástica entrevista dirigida pelo excelente jornalista Mário Crespo, a um grande senhor das artes portuguesas, António Lobo Antunes.
escrito por
Fernando J. Cassola Marques
eram
12:17
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Temas: António Lobo Antunes, Mário Crespo, sic

Os Domingos e Dias santificados eram para descansar, para louvar a Deus e para dedicar à família. Sobretudo os mais velhos. Recordo-me de todas as tardes de Domingo irmos até à casa dos meus avós. Essa "romaria" era sagrada.
A tarde do Dia de Todos os Santos era destinada a ser passada na eira dos meus avós maternos. Fazia-se o magusto e provava-se a "agua-pé". Toda a família estava reunida. E éramos muitos: os meus avós tiveram 15 filhos. Com bastante antecedência era recolhida pelos pinhais a caruma ("munha", como se dizia naquela zona) necessária para encher a eira a fim de assar as castanhas necessárias para satisfezer a todos. A "água-pé" era da boa! Ríamos, conversávamos, contávamos anedotas, cantávamos... No fim, depois de bem comidos e bem bebidos, restava a cinza. Era usada para nos "mascararmos". Que tardes! Já noite adentro, íamos descansar. No dia seguinte, manhã cedo, havia que levantar para ir à Missa de "Fiéis Defuntos".
E hoje? Para aproveitarmos o feriado do dia 1 de Novembro, e termos o maior número de pessoas possível, lá vamos nós em procissões até aos cemitérios. É uma correria de manhã, uma correria à tarde... Ninguém quer ser apontado por não estar presente.
E o convívio? E a solidariedade? E, depois, queixam-se de que o "halloween" veio estragar tudo! Nós, padres, estragámos o Dia de Todos os Santos! Na correria para os cemitérios, esquecemos a caminhada festiva para a Casa do Pai que se pode concretizar na alegria de estarmos juntos a estreitar os laços de amizade e da fraternidade.
Hoje não celebrei os "Fiéis Defuntos". Dei um presente àquela que foi instrumento nas mãos de Deus para me dar a vida material e espiritual. Obrigado por seres para mim exemplo de caminhada dura para a Casa do Pai. Obrigado por rezares para que eu seja fiel à santidade que Deus me ofereceu.
escrito por
Fernando J. Cassola Marques
eram
12:28
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Temas: Celebração Todos os Santos
Apesar de não dizer nenhuma novidade, ao menos as "bocas" do escritor José Saramago sobre Deus e Bíblia vieram trazer de novo à luz dos média uma temática que precisa de ser mais e melhor debatida.
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Fernando J. Cassola Marques
eram
10:26
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Temas: biblia, Caím, debate, Fernando Ventura, José Saramago
Este escritor futurista norte-americano debate a função e o papel da escola nos dias de hoje.
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Fernando J. Cassola Marques
eram
17:51
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Temas: Alvin Toffler, Bill Gates, educação, sistema de ensino
Iniciou-se esta Segunda-feira no Vaticano a assembleia plenária do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais (CPCS) ... A reunião magna acontece após o anúncio, em Março deste ano, da intenção de se redigir um novo documento sobre as relações entre Igreja e media.
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Fernando J. Cassola Marques
eram
19:21
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Temas: Futuro da Igreja, Igreja, internet, Novas Tecnologias
Este desejo é expresso em público, com voz firme e confiante, por Bartimeu. Dirige-se a Jesus que ia a sair de Jericó a caminho de outras terras. É feito por um cego que estava na valeta, à margem, a pedir esmola. As suas limitações não o bloqueiam, nem os preconceitos sociais nem a repreensão de alguns acompanhantes de Jesus. O seu gesto manifesta uma “cegueira” lúcida que vê mais longe e uma coragem ousada que rasga horizontes. A sua atitude fica registada como um símbolo para toda a humanidade em todos os tempos. “Que eu veja, Senhor” – continuam a clamar os que amam, estudam e trabalham pelo progresso que humaniza a vida; os que se dedicam à investigação científica que desvenda os segredos da natureza; os que, incansavelmente e com desvelo, exercem a biomedicina e cuidam da pessoa doente e das circunstâncias em que está envolvida. “Senhor, que eu veja” - exclamam os que sonham uma ordem política e económica, alicerçada na ética da responsabilidade comum e no destino universal dos bens e querem contribuir positivamente para despertar a consciência social dos cidadãos; os que acreditam na força das organizações e na eficácia das iniciativas que, à maneira de fermento, vão provocando um modo de ser e agir mais humanizados. “Que eu veja, Senhor” – desejam os que estão constituídos em responsáveis pelo bem público integral e pretendem encontrar vias acessíveis e eficazes para o promover; os que têm a missão de, à maneira de Jesus, procurar as melhores formas de dar a conhecer os valores do Evangelho, de colaborar para que todas as pessoas tomem consciência da sua dignidade e possam caminhar na vida “de cabeça erguida e rosto descoberto”. Bartimeu, o filho do homem apreciado pela honradez, tal é o significado do seu nome, faz o pedido da visão num contexto de diálogo profundo, depois de aceitar o chamamento e a ajuda que outros lhe ofereciam, de atirar fora a capa do resguardo, de se erguer com vigor e de, confiante, ir ter com Jesus. Gestos humanos indispensáveis para começar a ver com luz nova – a da fé - que enche de alegria, beleza e verdade a vida inteira. Georgino Rocha
escrito por
Fernando J. Cassola Marques
eram
15:36
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Temas: Jesus, Pe. Georgino Rocha
Este post serve somente para avisar que estou vivo, e a restante família se encontra espectacularmente bem!
Eis o dia que fez o Senhor!
Inicio agora uma nova rúbrica, as "músicas da minha vida".